Um registro de investigação que não sai do seu computador.
O CIBORG lê ofícios, portarias e respostas de banco, extrai o que há de verificável neles e organiza tudo num registro com trilha de auditoria encadeada — rodando inteiramente na sua máquina, sem nuvem e sem enviar nada para lugar nenhum.
Lê a peça
PDF, DOCX, texto. Reconhece portaria e ofício requisitório, recorta número, data, prazo, destinatário e os trechos onde os fatos são narrados.
Extrai o que confere
CPF, CNPJ, telefone, PIX, placa, IMEI — com dígito verificador conferido. O que não fecha o cálculo é recusado na porta.
Nomeia os crimes
Consulta a citação numa tabela de 102 dispositivos: art. 288 do CP vira "associação criminosa".
Cruza as peças
Mostra o que aparece em mais de um documento — a corroboração que sustenta uma denúncia — e qual peça responde a qual.
A regra que governa tudo
A máquina propõe; a pessoa autoriza. Nada entra no registro sem alguém confirmar, item a item. Não existe "confirmar todas".
O sistema nunca propõe um alvo. Eleger alguém como alvo de uma investigação é ato humano privativo (art. 10, Res. CNJ 615). A tela de eleição não pré-preenche nem sugere nome — sugerir seria propor.
Onde cada coisa fica
| O quê | Onde |
|---|---|
| O caso: banco, documentos, trilha de auditoria | No seu disco. Nunca sai. |
| A sua senha do CIBORG | Só a derivação criptográfica, na sua máquina. Nem nós a conhecemos. |
| Este site: cadastro e download | Na internet. Guarda nome, e-mail e órgão — nada de caso. |