CIBORG · registro e validação de investigação criminal

O que o CIBORG não faz

Esta página existe porque a versão original desta ferramenta estampava "SQLite Cifrado Localmente" enquanto guardava tudo no navegador. Rótulo de segurança falso é pior que rótulo nenhum: induz quem opera a tratar como sigiloso um caminho que não é.

O banco do caso não é cifrado em repouso. Quem tiver acesso ao arquivo lê o caso inteiro sem passar por login, e pode reescrever a trilha. O encadeamento por hash revela a adulteração — não a impede. Hoje a proteção do arquivo é a do disco (BitLocker). É a limitação mais séria, e vale para o backup também.

Não há segundo fator, e não há permissão por caso: quem entra numa instalação alcança todos os casos dela.

Não resume e não conclui

O CIBORG recorta e devolve trecho literal. Ele não escreve a síntese dos fatos nem deduz qual crime a conduta narrada configura — isso exige entender o documento, e quem assina a peça é você. O que ele faz é achar, conferir dígito, organizar e cruzar.

A leitura por IA depende de você, e sai da máquina

A camada determinística — a que descrevemos aqui — é 100% local. Existe também uma camada semântica, opcional, feita pelo Claude Code: ela envia o texto do documento para a Anthropic. Exige assinatura própria, é decisão sua documento a documento, e nada entra no registro sem sua confirmação. O CIBORG funciona inteiro sem ela.

A tabela de crimes é parcial

102 dispositivos, cobrindo o que aparece em investigação criminal. O que não está nela volta como não catalogado, com a citação intacta — ela não chuta nome de crime.

Ainda não existe

Telas de pessoas e identificadoreso dado está no registro; falta a tela
Diligênciaso núcleo faz; falta a tela
Leitura de PDF digitalizadoprecisa de OCR instalado à parte
Geração de peçasnão existe, e não é o próximo passo